Extensão da Rodoviária do Plano Piloto, localizada no antigo Touring, começa a funcionar no domingo (8) e deve receber 200 mil pessoas por dia

BRASÍLIA (4/6/14) – Os usuários do transporte público do Distrito Federal contam agora com novas instalações para embarque e desembarque. Além da reforma da Rodoviária do Plano Piloto, foi inaugurado, nesta quarta-feira (4), um novo terminal no antigo Touring. O espaço, que foi completamente readaptado, receberá ônibus que atendem a Região Metropolitana de Brasília, e a previsão é que comece a funcionar neste domingo (8).

"Obras como essa traduzem o respeito profundo do governo com a nossa população. Temos consciência de que não tem jeito de fazer uma melhoria sem gerar alguns transtornos. Porém, hoje posso dizer que ver uma obra dessa qualidade pronta em menos de três meses é ter certeza de que o governo tem competência de fazer. Isso é qualidade de vida para o usuário", afirmou o governador Agnelo Queiroz.

Ao todo foram investidos R$ 11,6 milhões para a construção de 20 boxes com adequação viária para coletivos e outros três, mais amplos, destinados a ônibus articulados. Além disso, o Terminal Rodoviário Touring conta agora com banheiros, sala de administração, obras de acessibilidade e novos acessos para a entrada e saída dos ônibus.

A Novacap é a empresa executora da obra, que teve início em março deste ano e atende as modificações previstas no conjunto de obras do Expresso DF Sul. Cerca de 200 mil pessoas devem passar diariamente pelo local. As tendas que foram utilizadas provisoriamente para receber esses ônibus serão retiradas da plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto.

"Esse governo fez grandes transformações no transporte público. Sabemos que foi um susto para a população ver tendas improvisadas, mas a cada dia demos um passo para melhorar essa condição e hoje comemoramos essas instalações que poucas cidades têm", afirmou o vice-governador, Tadeu Filippelli. Já o secretário de Transportes, José Walter Vazquez, ressaltou "a dignidade que obra traz para a população".

MAIS MELHORIAS – Além das acomodações para os ônibus do Entorno e toda parte administrativa, também está em reforma o andar superior, onde haverá unidades da Secretaria de Segurança. Atualmente, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) funciona no local com uma unidade do CAPSAd, além de atendimento contra a discriminação sexual, religiosa e racial.

No entanto, há casos em que nem medicamentos anulam necessidade da cirurgia

ESCRITO POR:Samanta Dall'Agnese - Otorrinolaringologia

A cirurgia das amígdalas teve uma queda expressiva nas indicações nas últimas décadas, mas ainda é muito comum. O avanço dos antibióticos, cada vez melhores, permitiu que as infecções, que eram a maior indicação para cirurgia, fossem tratadas com medicação. Atualmente, são os distúrbios respiratórios que levam a maior parte dos pacientes a realizar a cirurgia. 

 A cirurgia é normalmente indicada quando as amígdalas acarretam algum prejuízo para o paciente (respiração, sono, alimentação, fala) ou quando as infecções se tornam frequentes. 

 Amígdalas palatinas hipertrofiadas, principalmente se associadas com aumento da adenoide, podem levar à respiração oral, que não é o ideal. Quando isto acontece em crianças, a face não se desenvolve adequadamente e os dentes crescem mal posicionados pois a respiração nasal influencia no crescimento da face. As amígdalas hipertrofiadas também podem causar um desconforto no sono, levando à síndrome da apneia do sono. Nesta síndrome, a pessoa faz um grande esforço para respirar enquanto dorme, o que se reflete em um sono de má qualidade e, no dia-a-dia, redução de concentração e de memória. Em alguns casos mais graves, a hipertrofia das amígdalas pode chegar ao ponto de causar uma obstrução mecânica à passagem de alimentos. Um sinal de que a criança pode sofrer deste problema é quando ela passa a preferir alimentos líquidos e pastosos e não consegue ganhar peso. 

As principais contraindicações à cirurgia são anemias e alterações da coagulação.
 Quando as infecções nas amígdalas se tornam frequentes, a cirurgia também pode ser a solução, dependendo da frequência com que ocorrem e do prejuízo que elas causam ao paciente. Neste sentido, a cirurgia pode ser indicada se a criança perde vários dias de escola ao ano por conta de amigdalites. Existe uma situação chamada amigdalite caseosa, que normalmente afeta adultos, em que as amígdalas acumulam o caseum, ?bolinhas brancas? formadas por restos de alimentos, saliva e células. O caseum leva ao mau hálito, que, se levar a grande incômodo, pode ser resolvido com cirurgia. Em alguns casos de infecção mais graves, como um abscesso periamigdaliano, que é uma coleção de pus que se desenvolve a partir de uma amigdalite, a cirurgia é indicada mesmo com poucos episódios infecciosos. 

 As principais contraindicações à cirurgia são anemias e alterações da coagulação. Como existe o risco de sangramento durante a cirurgia, pode haver uma piora da anemia. Já as alterações de coagulação podem aumentar as chances de sangramento. Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada, buscando-se a causa do distúrbio e tratamento adequado. Uma vez corrigida a alteração, a cirurgia pode ser realizada.  

 Outra contraindicação mais rara é a fissura submucosa. Nesta situação, o palato ("céu-da-boca") apresenta uma fissura no meio. O paciente pode não ter sintomas e, quando passar por avaliação, nem sempre sabe do problema. O diagnóstico é importante porque no pós-operatório o paciente pode apresentar saída de alimentos pelo nariz por uma disfunção do palato em se movimentar e fechar a comunicação que existe entre as cavidades oral e nasal. Este problema em geral é revertido após algumas semanas, mas pode persistir por mais tempo e dificultar a alimentação. 

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 Não existe idade mínima para realizar a cirurgia, o que importa é uma correta indicação. Porém, se a criança for muito nova, a adenoide, estrutura que se localiza atrás do nariz e que é frequentemente retirada junto com as amígdalas palatinas, pode voltar a crescer. Se voltar a apresentar desconforto para respirar e sensação de nariz entupido, uma nova cirurgia poderá ser necessária.

 Muitos pacientes generalizam dores de garganta atribuindo a problemas nas amígdalas. Certas doenças tem sintomas muito parecidos, mas exigem tratamentos muito diferentes. As amigdalites em geral tem curta duração. Quadros de dor de garganta recorrente podem também estar associados ao refluxo gastroesofágico. Apenas uma consulta com um especialista poderá indicar o melhor tratamento, considerando as particularidades de cada pessoa. Durante a avaliação, o especialista deve fornecer orientações sobre riscos e benefícios de cada tratamento, baseando-se nas diretrizes estabelecidas pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia.

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